"Um dia,
todos terão direito a 15 minutos de fama."
Andy Warhol
todos terão direito a 15 minutos de fama."
Andy Warhol
Era o tempo que dispunha os seres comuns na mídia da época, hoje a coisa é descontrolada e instantânea, e depende quase que unicamente ao acesso destes a máquina.
Hoje reinventamos nossos 15 minutos de fama e para tanto, dispomos sempre de todas as tecnologias possíveis. Mesmo quem não mostra a cara, expõe o que melhor considera consumível, dentro do limite daquilo que presume ser.
Desejável ou não, a coisa toda cai na rede e nos breves instantes que isto atrai alguma atenção, acaba assim se justificando. Meros cliques e alguma perda de tempo e o que vem após é só repetição. O conteúdo, geralmente questionável, sobrevive na rede, se este for realmente ruim, é quase que garantido a imortalidade.
Hoje encontrei algo direcionado ao fim disto, mais especificamente a mídia televisiva: desligue a tv
É uma proposta que tenta resgatar nossas relações afetivas do limbo eletrônico em que as condenamos. Decreta a única maneira eficaz de não mais nos alienarmos uns aos outros, mas esbarra na fraqueza que temos em zapear.
Conheci alguém que precisava assistir tv para que o cérebro se desligasse e assim pudesse dormir e esquecer o cotidiano, nem sempre conseguia. Acho que o lixo todo é traiçoeiro, pode ser que nos provoque uma certa calmaria bovina, mas não mais que isto.
Descartei de vez a TV, mas substitui por algo pior; tento tirar proveito, mas resumindo, não passa de um aglomerado de futilidades catalogadas, que de uma forma ou outra resumem o meu cotidiano. Não desligo o cérebro nela, mas com certeza algum curto circuito, de vez em quando ocorre.
Hoje reinventamos nossos 15 minutos de fama e para tanto, dispomos sempre de todas as tecnologias possíveis. Mesmo quem não mostra a cara, expõe o que melhor considera consumível, dentro do limite daquilo que presume ser.
Desejável ou não, a coisa toda cai na rede e nos breves instantes que isto atrai alguma atenção, acaba assim se justificando. Meros cliques e alguma perda de tempo e o que vem após é só repetição. O conteúdo, geralmente questionável, sobrevive na rede, se este for realmente ruim, é quase que garantido a imortalidade.
Hoje encontrei algo direcionado ao fim disto, mais especificamente a mídia televisiva: desligue a tv
É uma proposta que tenta resgatar nossas relações afetivas do limbo eletrônico em que as condenamos. Decreta a única maneira eficaz de não mais nos alienarmos uns aos outros, mas esbarra na fraqueza que temos em zapear.
Conheci alguém que precisava assistir tv para que o cérebro se desligasse e assim pudesse dormir e esquecer o cotidiano, nem sempre conseguia. Acho que o lixo todo é traiçoeiro, pode ser que nos provoque uma certa calmaria bovina, mas não mais que isto.
Descartei de vez a TV, mas substitui por algo pior; tento tirar proveito, mas resumindo, não passa de um aglomerado de futilidades catalogadas, que de uma forma ou outra resumem o meu cotidiano. Não desligo o cérebro nela, mas com certeza algum curto circuito, de vez em quando ocorre.

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